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MAI
23
23 MAI 2024
ASSISTÊNCIA SOCIAL
Creas de Presidente Epitácio oferece palestra para servidores dos ESFs na campanha Faça Bonito
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O Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) da Estância Turística de Presidente Epitácio realizou nesta terça-feira, (21), uma ação, como parte da campanha Faça Bonito, alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio, envolvendo os servidores da saúde que atuam nos ESFs (Estratégia Saúde da Família), responsáveis por visitar pacientes em seus domicílios. 

A equipe do Creas apresentou a palestra intitulada: Diálogo sobre violência sexual: os desafios e as açoes; o objetivo era orientar os agentes comunitários de saúde e outros profissionais dos ESFs que costumam visitar pacientes em casa para identificar possíveis sinais de abuso sexual e o que fazer em caso de suspeita ou confirmação de um caso. Para introduzir o tema, foi apresentada o caso que serviu de marco para a criação da data, em 18 de maio, há 50 anos, Araceli Cabrera Crespo, uma menina de oito anos de idade, foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada em Vitória no Espírito Santo, até hoje ninguém foi punido.

A palestra foi conduzida pela Psicóloga Mayara Borges Lima e Silva, a Assistente Social Miriam Lumiko Hoshiba e o Procurador Jurídico AS Gabriel Chanquini Dias, com o apoio da Educadora Social Ana Paula Dassie, todos servidores do Creas, responsáveis por realizar o acompanhamento de pessoas, desde crianças a idosos, atingidas pela violação de direitos. 

“O Creas atua no atendimento posterior, ou seja, após a violência já ter ocorrido, por isso é importante que agentes públicos de outras frentes saibam como proceder antes que alguma violência ocorra ou se torne mais grave”, conta a psicóloga Mayara. “No caso da violência sexual a maior arma de defesa é a fala, somente por meio do relato da vítima ou da denúncia é possível investigar”, completa. 

A maioria das vítimas revela a violência sofrida para uma pessoa de confiança, então é importante saber o que fazer ao ouvir um relato de abuso, pois a grande parte dos abusadores possui algum vínculo familiar ou proximidade com a família. “Não julgar e evitar fazer perguntas que possam induzir a vítima são fundamentais para que no futuro o processo não seja anulado, por alguma inconsistência”, diz a assistente social Miriam.

No caso de crianças e adolescentes, usar as palavras exatas ao registrar a denúncia é essencial, pois os adultos conhecem termos que não costumam fazer parte do vocabulário da faixa etária das vítimas. “O primeiro ouvinte deve registrar por escrito o que ouviu e enviar diretamente para os órgãos competentes, como o Creas ou o Conselho Tutelar, evitando pedir para que a vítima conte o relato para outras pessoas, fazendo-a reviver o trauma repetidas vezes”, ressalta Miriam.

O Procurador Jurídico da Assistência Social orienta que não é necessário confirmação da violação dos direitos, basta a suspeita para que seja realizada a investigação. “Denunciar é a melhor forma de evitar o ciclo da violência, minimizar as consequências, além do cumprimento da lei”, pontua. “A primeira vez que a vítima revela a agressão pode refletir em todo o processo, porque se ela se sentir julgada, coagida ou for influenciada a dizer algo pode impactar na não responsabilização do agressor”, alerta Gabriel.

Como denunciar?

A denúncia pode ser realizada de maneira anônima pelos canais: Disque 100, Ministério Público, Conselho Tutelar, Polícia Civil e #Humanizaredes.

Fonte: Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social
Autor: Assessoria de Comunicação
Local: Presidente Epitácio - SP
Seta
Versão do Sistema: 3.4.1 - 29/04/2024
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